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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Tower of Song, porque o estilo importa



Sim, está desfocado. Mas o que é que isso interessa? Um obrigado a quem gravou este momento delicioso. "Tower of Song" a abrir a segunda parte - sim, houve duas partes - do concerto de anteontem.

domingo, 20 de julho de 2008

A última canção

A última canção de Cohen no concerto de ontem à noite foi uma espécie de "hino de despedida". Os músicos largaram os instrumentos e, juntos, cantaram-no com Cohen, como se fosse pela última vez... pelo menos, na nossa Lisboa.

O homem que nos fez gritar hallelujah

É uma tarefa difícil, se não impossível, pôr em palavras o que aconteceu ontem à noite no Passeio Marítimo de Algés. Constatei, desde logo, algo que julgava impossível: a voz de Cohen é real. E por isso atingiu-nos profundamente, mal soaram as primeiras notas. Cohen foi um Deus comovido e comovente, do primeiro ao último minuto de um concerto que durou várias horas. Quem lá esteve, perto Dele, passou uma noite de música "memorável" - expressão do próprio Cohen - com vários momentos arrepiantes: "Bird on the Wire", "The Gypsy's Wife", "I'm Your Man", "Suzanne", "So Long, Marianne", "Take This Waltz", "First We Take Manhattan", "Hey, That's No Way to Say Goodbye" e, claro, "Hallelujah" - espécie de purgação colectiva - deram um novo significado ao conceito de "transcendência".

Seria descabido lamentar que Cohen não tivesse cantado nenhuma música de "Songs of Love and Hate" - ahh... queria tanto ouvir "Famous Blue Raincoat" ou "Avalanche". E, por isso, não lamentei, nem vou lamentar. Até porque faço questão de que nada, absolutamente nada, manche a noite em que "o homem" nos fez gritar hallelujah.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Na Aula Magna foi o tal Nationalism incurável que nos uniu (I)

A Aula Magna encheu-se para ver uma das bandas do momento: os norte-americanos The National. O alinhamento do concerto foi ocupado sobretudo por músicas do seu último álbum, "Boxer", com destaque para "Slow Show", "Green Gloves", "Ada", "Fake Empire" e, logo no começo, apesar de alguma distorção desagradável e da voz ainda "em aquecimento" de Matt Berninger, os fenomenais "Brainy" e "Mistaken for Strangers". Importa referir que esta verdadeira celebração da boa música teve uma correspondência notável no público, que se rendeu à banda desde a primeira música (precisamente "Brainy") e que entrou em êxtase quando Matt Berninger desceu do palco a cantar "Mr. November" (do álbum "Alligator"): I used to be carried in the arms of cheerleaders, entoava ele, ao mesmo tempo que se deixava tocar pela multidão...

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