Mostrar mensagens com a etiqueta Griffith. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Griffith. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de outubro de 2012

O CINEdrio fora do CINEdrio: agradecimentos (I)

Nunca é tarde demais para agradecer, isto é, mesmo que venha tarde, o agradecimento não deve perder força - se calhar, pelo contrário! Posto isto, venho dizer obrigado ao Francisco Rocha pelo desafio muito estimulante que me colocou de escolher 5 filmes que, sendo referências na minha formação cinéfila, não constavam do extensíssimo e riquíssimo catálogo de obras que compõem o blogue-cinemateca My One Thousand Movies.

As minhas 5 escolhas muito pessoais - e, confesso, orgulho-me de cada uma delas - foram:

1. "Enoch Arden" (1911) de D.W. Griffith


2. "Menschen am Sonntag"/"People on Sunday" (1930) de Curt & Robert Siodmak, Edgar G. Ulmer e Fred Zinnemann


3. "Little Fugitive" (1953) de Ray Ashley, Morris Engel & Ruth Orkin






terça-feira, 7 de agosto de 2012

Agoridades da intolerância (acalentadas no berço da História)

D.W. Griffith, "Intolerance" (1916)

O método de Benjamin persegue um objectivo (busca um "deus por vir", deus profano, porém): descobrir o mais distante pela observação incansável e implacável do mais próximo.

João Barrento, Ler o que não foi escrito: conversa inacabada entre Walter Benjamin e Paul Celan, Lisboa, Livros Cotovia, p. 50

(O contributo do Luís Miguel Oliveira para o top da Sight & Sound vem assinalar uma ausência inexplicável na lista final: a de Griffith e do seu monumento fílmico, "Intolerance", filme que, em 1952, ocupava o quinto lugar desse top. Estará a cair no esquecimento... "a intolerância", digo?)

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...