terça-feira, 4 de novembro de 2008

Voto sem McGinty

Em 1940, Preston Sturges contou-nos a "história americana" de "The Great McGinty". E quem foi ele? Um vadio recrutado pela máquina política para participar numa gigantesca fraude eleitoral. O esquema consistia em votar várias vezes, sob a identidade de um morto. McGinty foi tão bem sucedido que o catapultaram para dentro do sistema político. Pouco tempo depois, já era mayor.

Hoje a América vai a votos. E o mundo está de olho... O entusiasmo em torno destas eleições fez com que se batessem recordes no número de inscritos para votar e, pelas notícias que nos chegam, os eleitores de alguns estados já fazem longas filas perto das assembleias de voto. Nesta altura, duas preocupações centralizam as agendas política e mediática: apurar a verdadeira inclinação do eleitorado norte-americano - será que o chamado efeito da "espiral do silêncio" não inquinou muitas sondagens? - e garantir que todo o processo eleitoral decorra dentro da normalidade, sem casos de fraude ou arrebanhamento. Um novo software, que dizem ser infalível, está a ser testado precisamente para evitar que se repitam incidentes como o de Bush-Al Gore.

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